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Vamos direto ao ponto: o ressecamento vaginal é uma consequência natural da queda hormonal que acontece durante a menopausa. E o que isso causa no corpo? A mucosa da vagina fica mais fina, menos elástica e perde parte da lubrificação natural. Como resultado, você passa a sentir mais desconforto, coceira, dor no sexo e até aumento do risco de infecções.
O interessante é que tem um nome técnico pra isso tudo: síndrome geniturinária da menopausa. Mas, no fundo, é o seu corpo pedindo um novo tipo de cuidado, com a atenção que ele merece.
Ah, e se você está achando que isso só acontece com poucas mulheres… surpresa! esse sintoma afeta até 50% das mulheres no pós-menopausa. Ou seja: você não está sozinha e não tem nada de errado com você, só falta o mundo (e às vezes até a gente mesma) falar mais sobre isso.
O que é o ressecamento vaginal e por que ele acontece na menopausa?
Fitoterápicos são medicamentos feitos a partir de plantas medicinais, e não são suplementos e não são chás, ok? São compostos sérios, com propriedades terapêuticas reconhecidas, estudadas e aplicadas na prática clínica há décadas.
Mas atenção: natural não é sinônimo de inofensivo. Por isso, o fitoterápico bom é aquele que tem a dose certa, indicação correta e, de preferência, que foi pensado pra você. Pra sua história. Pros seus sintomas.
E por que tanta mulher anda atrás dessas alternativas? Porque nem todo mundo pode (ou quer) fazer terapia hormonal (TH), que deve sempre ser prescrita por uma médica ou médico. E mesmo quem faz TH, às vezes, gostaria de complementar e melhorar o seu bem-estar. É aí que os fitoterápicos entram como aliados com potencial real de trazer alívio e mais qualidade de vida.
Sintomas e impactos: o que a secura vaginal pode causar no dia a dia da mulher
Ardência, sensação de pele fina e seca, dor durante ou depois do sexo, coceira, incômodo ao fazer xixi…etc, etc. O ressecamento vaginal não se limita à relação sexual, ele pode interferir em momentos básicos do seu dia a dia.
Algo muito interessante é que a flora vaginal também pode ser afetada e entrar em desequilíbrio. A região passa a ficar mais vulnerável a fissuras e infecções, e a autoestima também pode balançar.
Tem mulher que começa a evitar momentos de prazer, como o toque, a penetração, o momento íntimo com o/a parceiro/a…e não por falta de desejo, mas por medo da dor. E aí entra a culpa, o afastamento, o silêncio.
Mas olha, sentir dor não é normal. Sentir vergonha, menos ainda. E é por isso que a gente precisa conversar sobre isso com mais naturalidade. Um exemplo de como se fazer isso, é conversando com seu médico de confiança.
A seguir, te damos dicas de como abordar sobre isso na consulta de rotina.
Diagnóstico e conversa com a ginecologista: como buscar ajuda?
Antes de mais nada, temos uma boa notícia! Esse é um daqueles sintomas que têm solução (e rápida).
O primeiro passo é conversar com a sua médica, e sim, a gente sabe que às vezes dá um nó na garganta só de pensar nisso…mas pra facilitar, aqui vão algumas formas de descrever o que você sente, e que você pode abordar na consulta:
“Sinto uma ardência constante na vagina, como se a pele estivesse mais fina.”
“Durante o sexo, sinto dor. Às vezes arde, às vezes parece um corte.”
“Tenho tido mais coceira e até infecções do que antes.”
“A região íntima parece seca o tempo todo, mesmo sem estímulo.”
Sua médica está ali pra te ouvir e cuidar de você. O diagnóstico é clínico, feito no próprio consultório e, em alguns casos, pode usar uma escala chamada Vaginal Health Index ou medir o pH vaginal para entender melhor a situação. Mas o mais importante mesmo é você se sentir segura para falar.
E falando em conversa, tem outro ponto que não pode ser deixado de lado: o diálogo com o/a parceiro/a. Não é fácil, a gente sabe. Mas pode ser libertador.
Você pode começar dizendo:
“Tem algo que quero dividir, que tá mexendo comigo e com a nossa relação.”
“Sinto desconforto durante o sexo, e acho que é hora de explorarmos outras formas de prazer.”
“Quero que você saiba que isso não tem a ver com falta de desejo, e sim com meu corpo mudando.”
Esse tipo de conversa pode abrir espaço para novas formas de conexão e até redescobertas. E vamos combinar? Merece muito ser vivida!
Alívio com ciência: quais são as opções seguras de tratamento?
Agora sim: vamos falar do que funciona. Porque tratar o ressecamento vaginal não precisa ser complicado, mas só precisa ser levado a sério e para isso, as opções recomendadas por especialistas são:
- Hidratantes vaginais sem hormônio: uso contínuo, algumas vezes por semana, que devolve a umidade natural da mucosa. Não tem contra-indicação e traz muito alívio.
- Lubrificantes íntimos: ideais para momentos pontuais, como nas relações sexuais. Eles reduzem o atrito e o desconforto, e podem ser usados junto com o hidratante.
- Estrogênio local: quando os sintomas são mais intensos, seu gineco pode indicar uma reposição local (em creme, comprimido ou anel). A dose é baixa e, na maioria dos casos, segura até pra quem não pode fazer TH convencional.
E tem outras abordagens que podem complementar o cuidado:
- Laser vaginal: uma técnica nova que estimula a regeneração do tecido da mucosa vaginal. A melhora pode ser sentida já nas primeiras sessões.
- Pré e probióticos vaginais: ajudam a restaurar a flora da região, reduzindo infecções e melhorando o equilíbrio local.
O mais importante é escolher o que faz sentido pra você, com orientação de um profissional de confiança. Respeito e personalização são chave aqui.
Oest como aliada: conforto e acolhimento na rotina íntima
A Oest nasceu para cuidar do que ninguém falava e acolher o que sempre foi silenciado. E quando o assunto é secura vaginal, estamos com você.
A gente afirma isso pois desenvolvemos o Oest Hidrata. Está é uma fórmula em gotas, com textura leve, rápida absorção e ingredientes que acalmam e cuidam da região íntima. Ele foi pensado para peles sensíveis, é hipoalergênico, dermatologicamente e ginecologicamente testado. Tudo isso com o carinho e o respeito que seu corpo merece. Melhor ainda se for dose dupla de autocuidado: o Oest Espuma, nossa espuma higiênica íntima, limpa suavemente enquanto auxilia na regeneração celular.
Se é pra cuidar, que seja com ciência, acolhimento e sem tabu.
A dor não precisa ser sua nova normalidade
Você não precisa aceitar o desconforto como parte do pacote da menopausa. Não precisa se calar, se encolher, se acostumar. O seu corpo merece cuidado, conforto, prazer, e você merece viver essa fase com mais liberdade e leveza.
Se a sua região íntima anda pedindo socorro, ou se você achou que “era normal sentir dor”, fica aqui o nosso recado: não é e não precisa ser assim.
Com informação segura, conversa franca e soluções pensadas pra você, dá pra viver melhor! Descubra soluções seguras e pensadas para o seu corpo na menopausa: Conheça os produtos Oest que cuidam de você.
Referências:
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