As canetinhas estão ajudando muitas mulheres na menopausa a emagrecer.

A Oest te conta o que você precisa saber e os cuidados que tem que ter para aproveitar essa revolução de verdade.

Vamos falar a real: a menopausa muda o corpo. A barriguinha tende a aparecer mesmo fazendo tudo “certo”. A balança começa a desafiar nossa paciência, e o que funcionava antes já não funciona da mesma maneira. Quando dieta e exercício já não dão a mesma resposta de antes, a caneta parece devolver o controle e isso é absolutamente revolucionário.

Mas tem um detalhe importante nessa história: além da gordura, pode ir embora também a massa magra. Nem todo mundo sabe, mas isso não precisa acontecer, nem deveria! 

As canetinhas viraram assunto fixo em grupos de amigas, consultórios e até no jantar de família. Semaglutida, Tirzepatida… os nomes ficaram famosos. Elas ajudam a emagrecer, sim, e para muitas mulheres 40+, isso soa como alívio real. No Brasil, mesmo sem números públicos consolidados, o aumento nas vendas de canetas emagrecedoras e a procura por consultas médicas com foco em emagrecimento é evidente. Parece até que todo mundo tá usando.

Canetas emagrecedoras: como elas funcionam e por que virou tendência

As canetas imitam um hormônio natural do nosso corpo que ajuda a dizer ao cérebro “já estou satisfeita”. Quando você usa, sente menos fome, se satisfaz com menos comida e o estômago demora mais para esvaziar.

Resumo da ópera: você come menos. E emagrece.

Na menopausa, o estrogênio cai, a gordura abdominal aumenta e o metabolismo muda.. Aliás, quem nunca ouviu falar que a menopausa engorda? 

É frustrante e não é por falta de esforço. 

Por isso as canetas entraram com tudo na rotina de tantas mulheres. Elas prometem resultado e, na maioria das vezes, entregam. Só que emagrecer não é só um número na balança.

Perder peso e músculo junto? Esse é o ponto de atenção

Aqui vem a parte que pouca gente explica. Estudos têm demonstrado que dependendo de como o tratamento é feito, entre 26% e 40% do peso perdido pode ser de massa magra. Traduzindo: de cada 10 quilos perdidos, até 4 podem ser músculos. 

Músculo é ouro na menopausa! 

A boa notícia? Isso não precisa acontecer nessa proporção. 

Aqui entra um ponto importante que a Dra. Patrícia Campos-Ferraz, nutricionista e membro do Conselho Técnico da Oest, reforça: com treino de força e proteína adequada, essa perda pode cair para algo em torno de 15% a 20%, ou até menos. Ou seja, dá para proteger. 

Não é inevitável, mas também não acontece sozinho. 

Temos que nos lembrar que músculo não é estética. É força para carregar sacola, subir escada, manter equilíbrio, proteger os ossos, sustentar o metabolismo. É independência e longevidade. Emagrecer é escolha pessoal. Perder força não deveria ser consequência automática.

E se fizer do jeito certo?

Aqui está o ponto-chave. O risco maior está no uso sem orientação e sem monitoramento, mas com acompanhamento médico, treino de força regular e ingestão adequada de proteína, o cenário muda bastante. Veja abaixo algumas dicas para te ajudar a colocar em prática:

Que tipo de exercício é mais indicado? 

Treinamento de resistência/força (como a musculação, treinos com cargas ou elásticos) 2–3x por semana, complementado por atividades aeróbicas conforme nível e objetivo. 

Quanto de proteína devo consumir?

A necessidade varia por idade, peso e atividade. Recomenda-se distribuir proteína nas refeições e ajustar com nutricionista para metas individuais. 

Quais exames e acompanhamento são necessários? 

Avaliação inicial e periódica com médico: peso, composição corporal (quando possível), função renal/hepática e revisão de efeitos adversos. Ajustes de dose e plano devem ser feitos conforme evolução

Menopausa e músculos: atenção extra mesmo sem canetinha emagrecedora

Mesmo quem nunca considerou uma canetinha emagrecedora precisa cuidar do músculo na peri e menopausa. Isso porque, a partir dos 40 anos, a massa magra já começa a diminuir naturalmente. 

Sedentarismo e pouca ingestão de proteína aceleram isso.

É por isso que o treino de força não é modinha. É estratégia para a longevidade, proteção para ossos, metabolismo e autonomia. É pensar na mulher que você quer ser daqui a 10, 20 anos.

Aliás, a gente já colocou esse tema na roda. No podcast Nutrição, Exercício e Saúde, a Dra. Patrícia Silva (nutricionista e membro do Conselho Técnico da Oest) e a Luca Mameri, cofundadora da Oest, falam sobre as alterações osteomusculares da menopausa e como proteger músculos e ossos. Fica aqui o convite para dar o play e se aprofundar com a gente.

O que a Oest acredita e defende sobre tudo isso?

Aqui na Oest a gente acredita em ciência com consciência. As canetas emagrecedoras são ferramentas reais, com resultados reais. O que a gente traz é a informação que completa o quadro. 

Ainda faltam estudos específicos focados em mulheres na menopausa, avaliando o impacto funcional no longo prazo. Enquanto isso, o melhor caminho é informação, acompanhamento e escolhas personalizadas.

Se você usa ou pensa em usar as famosas canetinhas, faça perguntas ao seu médico ou médica. Pergunte sobre músculo. Pergunte sobre proteína. Pergunte sobre treino de força.

E se sua meta é manter força, energia e estrutura muscular nessa fase, conheça a Oest Forte. Uma fórmula pensada para apoiar músculos, ossos e vitalidade, com whey, creatina e colágeno BODYBALANCE®, desenvolvida especialmente para mulheres 40+.

Você escolhe emagrecer. A gente cuida para que músculo, força e energia venham juntos.

Referências:

González-Luis A, Llinares-Arvelo V, Martínez-Alberto CE, et al. Glucagon-like peptide-1 receptor agonists and muscle health: potential role in sarcopenia prevention and treatment. Eur J Endocrinol. 2025;193(5):R31-R44. 

Chen W, Qin H, Zhou Z, et al. Glucagon-like peptide-1 receptor agonists and sarcopenia-related markers in diabetes: A systematic review and meta-analysis. Clin Nutr. 2025;55:42-56.

Mikdachi H, Dunsmoor-Su R. GLP-1 receptor agonists for weight loss for perimenopausal and postmenopausal women: current evidence. Curr Opin Obstet Gynecol. 2025;37(2):97-101. 

Tinsley GM, Nadolsky S. Preservation of lean soft tissue during weight loss induced by GLP-1 and GLP-1/GIP receptor agonists: A case series. SAGE Open Med Case Rep. 2025;13:2050313X251388724. Published 2025 Oct 16. 

Chrysavgis L, Mourelatou NG, Koloutsou ME, Rozani S, Cholongitas E. The Influence of Glucagon-like Peptide-1 Receptor Agonists and Other Incretin Hormone Agonists on Body Composition. Int J Mol Sci. 2025;26(24):12130. Published 2025 Dec 17. 

Pantazopoulos D, Gouveri E, Papazoglou D, Papanas N. GLP-1 receptor agonists and sarcopenia: Weight loss at a cost? A brief narrative review. Diabetes Res Clin Pract. 2025;229:112924. 

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